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 It: A Coisa
Stephen King

Skoob | Editora | Compre


Durante as férias escolares de 1958, em Derry, pacata cidadezinha do Maine, Bill, Richie, Stan, Mike, Eddie, Ben e Beverly aprenderam o real sentido da amizade, do amor, da confiança e... do medo. O mais profundo e tenebroso medo. Naquele verão, eles enfrentaram pela primeira vez a Coisa, um ser sobrenatural e maligno que deixou terríveis marcas de sangue em Derry. Quase trinta anos depois, os amigos voltam a se encontrar. Uma nova onda de terror tomou a pequena cidade. Mike Hanlon, o único que permanece em Derry, dá o sinal. Precisam unir forças novamente. A Coisa volta a atacar e eles devem cumprir a promessa selada com sangue que fizeram quando crianças. Só eles têm a chave do enigma. Só eles sabem o que se esconde nas entranhas de Derry. O tempo é curto, mas somente eles podem vencer a Coisa. Em 'It - A Coisa', clássico de Stephen King em nova edição, os amigos irão até o fim, mesmo que isso signifique ultrapassar os próprios limites.

Esse foi o primeiro livro que li do Stephen King. E virei fã. 
Não tem como não se viciar na escrita ou na história. Vendo à primeira vista - talvez na segunda vista também kkk - você pode se sentir intimidado pelo tamanho do livro, eu mesma confesso que fiquei. Mas uma vez que você começa, não consegue parar. O único livro que me deixou com uma compulsão parecida foi As Crônicas de Nárnia, há 8 anos atrás. Na metade, eu já estava procurando pessoas que também tinham lido para comentar a história e pensando: "Eu preciso convencer alguém a ler esse livro também."

O livro intercala várias passagens de tempo diferentes, começando no passado (1957) com Bill e seu irmãozinho George. Bill estava de cama, depois de pegar um resfriado forte e George pediu um barquinho de papel. Tudo normal, sem problemas. Depois de dias de chuvas intermináveis e enchentes, era de consenso geral que o pior já tinha passado. Aparentemente. O que ninguém sabia era que naquele dia. mais um desastre ainda estava por vir. Aquele foi o último dia de vida de George Denbrough. Mas certamente deve ter sido apenas um acidente, não é? Um trágico e infeliz acidente... ou não.

Vinte sete anos se passam e o terror que assolou Derry e ceifou a vida de várias crianças no passado está de volta. Mas o que é essa coisa que está matando as pessoas?
"- O cara de roupa de palhaço - disse Chris Unwin, e tremeu. - O cara dos balões."

A Coisa está de volta. 
Com uma ligação, a vida de sete pessoas volta a mudar para sempre e a promessa que fizeram vinte sete anos atrás retorna para assombrá-los. Todos devem se reunir novamente para enfrentar e acabar de uma vez por todas com o mal que assola a cidade de Derry a cada 26/27 anos. Para isso, eles têm de relembrar todos os perigos que passaram quando crianças juntos. No entanto, todos estão muito diferente das crianças que foram um dia e mal se recordam daquela época conturbada de suas vidas.

Bill que era um garoto gago e com poucos amigos, não gagueja há anos e se tornou um famoso autor de livros de terror. Ben Hanscon que antes era o mais gordo de sua idade, sofria bullying e apanhava dos garotos mais velhos, se tornou um renomado arquiteto. Beverly que era intimidada por outras garotas que invejavam sua aparência e apanhava constantemente do pai, é agora uma talentosa estilista... Todos são bem sucedidos, com vidas bem estruturadas, mas o telefonema do velho amigo de infância, Mike Hanlon, que se tornou bibliotecário em Derry e dedicou sua vida a pesquisar a história de Derry, chega com o impacto de um míssil em suas vidas ordenadas.
"Derry está à frente, e tem alguma coisa em Derry que deveria estar morta há 27 anos, mas de alguma forma não está. Uma coisa com tantas caras quanto Lon Chaney."
A cada capítulo vemos as experiências de cada um com A Coisa, a forma como se encontraram e como um elo vai se formando e os fortalecendo, fazendo com que ganhem confiança em si mesmos e uns nos outros. Antes eram apenas nerds, estranhos ou rejeitados, mas agora eram uma unidade. A forma como cada um era atraído pela Coisa me lembrou bastante a história do flautista de Hamelin, inclusive o autor faz referência sobre isso no livro, o que é bem interessante. Em vários momentos se percebe que as crianças tinham uma certa noção de que estavam em perigo, mas a compulsão de ver era maior do que o instinto de fugir, ao menos em um primeiro momento.
"Ele não se sentiu no controle de si mesmo. Ele se sentiu empurrado. Não parecia que seus pés estavam se movendo; em vez disso, a casa em si, taciturna e silenciosa, parecia chegar mais perto de onde ele estava."
Outra coisa que achei bem legal foi que A Coisa não é exclusivamente uma coisa. Ela é varias coisas. Em vários momentos, assume outras formas do seu medo. Ela pode ser um pássaro gigante. Ou pode ser que seja algo saído de um filme de terror, como um lobisomem. Ou um leproso. Ou mesmo algo que fuja à lógica de uma mente científica, como fantasmas. Ela vai assumir a forma do seu medo mais primitivo. E vai caçar você. Implacavelmente.

A polícia e os moradores da cidade tentam abafar os casos o máximo que podem. Imaginem uma cidade pequena, onde existem pessoas bem preconceituosas com mentes bem tacanhas, que estão sempre dizendo que são tementes à Deus, mas que se vêem uma pessoa sendo espancada até a morte por causa de sua orientação sexual, viram para o outro lado e seguem com a vida. Pois é, assim é Derry. Apesar de ser uma cidade que tem tudo para ser normal e pacata tem algo de podre e cruel entranhado ali. Alguma coisa ruim, que acaba atraindo coisas ruins também.
"Não acho que a Legião da Decência Branca tenha crescido tão bem aqui porque os integrantes odiavam os negros e os vagabundos com mais intensidade em Derry do que em Portland ou Lewiston ou Brunswick. É por causa do solo. Parece que coisas ruins, coisas cruéis, se dão bem no solo desta cidade. Pensei nisso várias vezes ao longo dos anos. Não sei por que é assim… mas é."
It: A Coisa é um livro de ficção sim, mas várias coisas abordadas durante a história são reais: racismo, abuso infantil, violência doméstica, bullying... Coisas que nos assustam, enraivecem e frustram no dia a dia.

Eu assisti a adaptação de 1990 e no começo pensei: "Nossa, está muito fiel!" Só que foi só no começo mesmo. Eu sou chata com adaptações, sou dessas que fica apontando cada cena diferente e diz: "No livro não é assim!" Sim, sei que foi apenas baseado e que para a época ele foi incrível, mas aquele palhaço me faz rir. Me julguem.

Maaaaaaaaaas, não fiquem tristes pois, para quem não sabe, a nova adaptação está prevista para dia 7 de setembro desse ano (AEEEEEEEEEEEEW!!!!!) e conta com a participação de um dos atores mais fofos de Strange things, o Finn Wolfhard!!! E já confirmaram que será proibido para menores, então tenho altas expectativas. Nos vemos lá, hein?!


Acesso Aos Bastidores
Sinners On Tour # 1
Olivia Cunning

Skoob | Editora | Compre

Myrna é professora de psicologia e fanática pela banda Sinners. Especialmente por Brian Sinclair, o guitarrista e compositor que, além de talentoso, é deliciosamente lindo. Ela se surpreende ao encontrar a banda no mesmo hotel em que está hospedada para participar de uma conferência. Mais surpreendente ainda é, após alguns drinques juntos, despertar o desejo de Brian. Ela sabe que a vida de astro de rock tem um preço e estaria feliz deixando essa paixão para trás. Mas será que Brian e Myrna conseguirão ficar separados? Quando o passado de Myrna ameaça sua vida, Brian precisa decidir se aquilo que tiveram juntos não é a resposta que ele buscava há tanto tempo.


Acesso aos Bastidores é um achado erótico que, apesar de conter muito, muito sexo (ménage incluso), consegue desenvolver uma boa trama e exibir uma excelente dinâmica entre os personagens, os respectivos membros da banda de rock The Sinners e a nova figura que acaba sendo adotada por essa família com excesso de testosterona, a personagem Myrna.

Myrna é uma doutora em sexualidade humana que está participando de uma conferência sobre o tema, no mesmo hotel em que a renomada banda está hospedada. O compositor e guitarrista principal da banda, Brian, também conhecido como “romântico incurável”, está no bar afogando as mágoas de uma desilusão amorosa quando conhece Myrna e imediatamente melhora de ânimo.

A partir do encontro, Brian e Myrna dividem vários momentos de muito sexo e consequentes composições musicais derivadas do ato. Myrna se torna a musa inspiradora de Brian e os dois não conseguem se desgrudar, literalmente.

A Doutora passa a acompanhar os músicos em vários shows e inicia um projeto de pesquisa sobre o fanatismo das groupies da banda, acabando assim por embarcar com os músicos na turnê.

Com o desenrolar do relacionamento sexual, vemos que Myrna enfrenta uma dificuldade enorme para aceitar que o que eles têm pode vir a se desenvolver. Os esqueletos no armário de Myrna batem de frente com a persistência de Brian, que o que mais deseja é compromisso sério. É, compromisso, como em casamento. Uma ida rápida a Las Vegas é cogitada várias vezes.

Brian fitou-a por mais um instante, contemplando sua expressão sincera. “Quer fugir para Las Vegas e se casar comigo?”




Quando falei que há muito sexo, o que quis dizer é que os pombinhos só dão intervalos para outras necessidades fisiológicas e compromissos profissionais inadiáveis. De vez em quando tem um ménage básico, com dois “instrumentos” disponíveis para a doutora gulosa, e sim, isso mesmo, Brian realmente escuta riffs de guitarra, entrando em transe bem na hora do ato.

“Ah, Myrna”, murmurou. “Acho que minha musa mora fundo dentro de você.”

Algumas coisas me incomodaram no livro, entre elas o Brian quase sempre acabar os relacionamentos depois que as namoradas o traem com um colega da banda e ele não ficar com tanta raiva do amigo fura-olho quanto fica das meninas. Ele é bem tapado nesse aspecto, não pensa e nem analisa o que realmente está acontecendo.

Outra coisa são as mudanças da Myrna. Uma hora ela é superousada e safadona, aí lhe vem uma voz do passado na mente nos melhores momentos para acabar com a festa. Daí então, ela fica toda insegura e com vergonha dos próprios desejos, o que mesmo sendo a realidade de muitas mulheres, cansa bastante a leitura e não condiz com a mulher decidida apresentada no primeiro capítulo.

A autora ainda mostra que existe um amor não correspondido entre dois músicos da banda, mas deixa o assunto inexplorado, já preparando terreno para as continuações, que infelizmente não têm publicação por aqui.

Achei interessante como ela é recebida e aceita pelos demais membros da banda, de uma forma tão natural e sem dramas desnecessários. Isso para quem sabe que mulheres sempre são acusadas, justamente ou não, de arruinarem bandas, dá um alívio enorme.

Sem falar do fato de ela ser sete anos mais velha que o mocinho, o que quase não se vê nesse gênero. Ponto para o livro.

Os dois têm uma química e sincronia fantásticas dentro e fora de quatro paredes, os diálogos são bem elaborados e a dose de comédia e romance acerta o alvo do leitor que deseja um livro com história e muita safadeza.



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